A Cratera de Chicxulub é uma estrutura de impacto enterrada sob a Península de Iucatã, no México. Acredita-se que ela tenha sido formada por um grande asteróide ou cometa que atingiu a Terra há aproximadamente 66 milhões de anos, no final do período Cretáceo.
A importância da cratera reside na sua forte associação com a extinção em massa Cretáceo-Paleogeno (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Extinção%20em%20Massa), que dizimou cerca de 75% da vida na Terra, incluindo os dinossauros não-aviários. O impacto liberou uma quantidade colossal de energia, causando tsunamis gigantescos, incêndios florestais generalizados e o lançamento de grandes quantidades de poeira e aerossóis na atmosfera.
Esses materiais obscureceram a luz solar por meses ou anos, interrompendo a fotossíntese e levando a um colapso das cadeias alimentares. A liberação de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa contribuiu para um aquecimento global a longo prazo.
A cratera tem um diâmetro estimado de cerca de 180 quilômetros (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Diâmetro), tornando-a uma das maiores estruturas de impacto confirmadas na Terra. Sua descoberta foi crucial para a compreensão do papel dos impactos de asteróides na história da vida e do planeta.
Evidências que sustentam a conexão entre o impacto de Chicxulub e a extinção em massa incluem:
O estudo da cratera de Chicxulub continua fornecendo informações valiosas sobre os processos de impacto, a extinção em massa e a evolução da vida na Terra. Novas perfurações na cratera e análises das rochas recuperadas permitem uma compreensão ainda mais profunda dos eventos que ocorreram após o impacto.
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